A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA- 1931 & DESINTEGRAÇÃO DA PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA- 1954

E segundo os ensinamentos de Krishnamurti, um grande pensador que discorreu sobre a natureza do tempo, eu pude analisar esta belíssima obra de Dali, sobre memória e tempo.

O tempo está representado na tela “A persistência da memória” pelos relógios moles, neste belíssimo insight metafísico. Simbolizam o tempo fragmentado em passado, presente e futuro.  E o tempo assim fragmentado é um tempo  psicológico, é subjetivo, resta apenas como memória e só existe alojado na memória subjetiva de cada um; pois, onde estará o tempo?

Rígido, ninguém o controla; mas, neste caso tornaram-se maleáveis em busca da compreensão das formas onde cada espaço do tempo ou etapa está apoiado, ou melhor, está sob condição. Tempo e espaço fragmentados.

O verdadeiro tempo é uno, é atemporal e vibrantemente dinâmico. A começar pela tela subseqüente “Desintegração da persistência da memória”; Salvador Dalí comenta sobre este feito ao realizá-la: “Após vinte anos de imobilidade total, os relógios se dissolvem no presente de forma dinâmica”.  Dalí torna-se apto a vivenciar nova realidade: Realidade diferenciada dada pela dimensão de espaço absoluto de tempo real e descrito pela física das partículas como a dimensão quadridimensional de espaço-tempo.

Tal obra de Dalí nos leva a concluir duas naturezas de tempo: o primeiro é de natureza fragmentada, relativo à memória, é irreal. O último, pertence à Unidade Fundamental, é o tempo onde está o Real../ Extraído do livro de Melinda Garcia Holomovimento: Espelho d’Alma. Copyright ©2001

 

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Por Que Einstein Não Concluiu Sua Teoria Unificada?

Einstein queria unificar todas as forças do Cosmos e com isto deduzir um único princípio universal, desde o nascimento do Universo até as galáxias e estrelas. Obviamente o homem também deveria estar incluído neste mesmo princípio criador, consequentemente se poderia conhecer a mente de Deus.
Mas embora tenha afirmado que se não fosse Judeu seria um Quaker, Einstein atropelou-se neste ponto assaz importante; pois sendo Judeu, acreditou apenas no Deus dos judeus, no criador do Universo, no Deus impessoal e cósmico, não manifesto; mas refutou Cristo, deixando de reconhecê-lo como o Messias enviado. O Filho de Deus-Verbo manifesto.
Não reconhecendo o Cristo, acabou por se privar de intuir- os propósitos do Deus Pai Criador do Universo; isto é, a mente de Deus que se revelaria através da mente do seu Filho, pois como disse ele: Quem conhece a mim, conhece ao Pai que me enviou.
Caso observasse a mente de Deus através do Filho, Einstein teria encontrado neste corpo, nesta esfera psíquica, o objeto pelo qual contemplaria o que procurou por 40 anos: A Unificação.

A proposta deste livro “Universo de Massa de Cinzenta Volta Para Deus”, é levar aos cientistas, ímpios, ateístas ou teístas, fervorosos ou não, o conhecimento desta inteligência divina, como um espelho no qual associará e observará, em primeira mão, todos os fenômenos descritos pela Ciência, pelas inteligências científicas. O corpo ao qual aplicará as teorias irreconciliáveis, a Quântica e a Gravitacional, levantando nova simetria, ordem no Universo e conhecimento da mente de Deus.

Cristo Ressurrecto experimentou fenômenos e prodígios; e realizou, segundo a “física das partículas”, como nos leciona Einstein para quem a experiência é a única fonte de conhecimento, a comprovação da capacidade extraordinária deste corpo altamente massivo: desaparecer e aparecer; passar pelo buraco da minhoca; atravessar paredes; atuar sobre as forças gravitacionais; levitar. Dobrar o espaço e o tempo numa curvatura tal a ponto de se – aniquilar. Transfigurar-se em pura luz. Criar matéria indestrutível. Transcender o espaço e o tempo tridimensionais. Teletransportar-se. Tal qual a estrela denominada buraco negro, parar o tempo à altura do horizonte de eventos; dialogar com antepassados no espaço-tempo quadridimensional.
À religião acrescentamos a Ciência para não mais refutar o advento desta esfera específica, há um tempo Alfa e Omega. Padrão fundamental capaz de mudar todo o contexto do nosso Universo, que passa a – Significante e ponto onde se encontra Deus.
Do livro “Universo de Massa Cinzenta volta para Deus” Autor- Melinda Garcia

Nota do Autor: Esta é a sinopse foi escrita em 24/10/2015 para a edição em papel, em 12/2015, do livro “Universo DE Massa Cinzenta Volta para Deus”, já publicado anteriormente, em 2012, na versão E-BOOK.

“Les demoiselles d’Avignon” (1907), de Pablo Picasso, na interpretação de Melinda Garcia.

demoiselles

No avanço das pesquisas, no mau uso em direção à fragmentação, da fissão nuclear criou-se a bomba atômica; o homem apoderando-se da energia fundamental para a destruição sem precedentes.
A Arte, antecipando a revolução cientifica, fez o mesmo na pessoa de Picasso. De forma revolucionária e precursora, Picasso fragmentou a imagem, criando a importante obra que inicia o movimento cubista, Após realizar centenas de estudos através das imagens em “cubos”, o artista transcende a própria materialidade para atingir o resultado final, decantar sua imaterialidade! Compreenderemos isto, se aplicarmos à tela, sua máxima: “Cada objeto que toco se revitaliza e se torna a encarnação do meu drama interior”. Esta declaração nos autoriza a afirmar que a tela Les demoiselles d’Avignon é uma projeção inconsciente que reproduz, numa configuração fragmentada, multifacetada e espelhada, o próprio Picasso, numa multiplicidade de auto-retratos do seu eu interior. Assim, as quatro donzelas simbolizam a transfiguração encarnada da psique do artista, uma projeção das quatro faces da sua alma ou anima. No dizer de Jung, a anima é quaternária, são quatro os estágios de sua evolução (“entende-se por anima, os aspectos femininos da psique masculina: as intuições proféticas, a capacidade de amar e o relacionamento com o inconsciente”, Jung sinaliza). “Les demoiselles d’Avignon” (19O7)

Uma vez que o artista está preso em sua própria obra – como foi revelado pela mitologia – Picasso revitaliza as máscaras africanas com as quais se travestiu, como a inspiração ideal para transfiguração da sua própria irracionalidade. Nesta manifestação, lançou mão das máscaras para dominar o caráter irracional e animal dos instintos internos que o artista, neste exercício espelhado de seu drama interior, exorciza e transcende. Lembremos a psicologia de Wilhelm Reich: “a imagem do instinto que surge, quando no tratamento das análises de caráter, é sempre revestida por algum animal ou monstro”. O instinto humano é por si só animal! Contudo, comparemos a figura central ao seu Auto-retrato, pintado na mesma época onde.a semelhança é evidente. É na quinta figura central da tela, que a imagem de Picasso aparece com força total, pois domina a forma ideal: totalidade quintessenciada. No quadro Les Demoiselles…a comunhão com a alma é restabelecida, realiza-se o casamento masculino x feminino como caráter complementar da experiência entre o profano e o sagrado. As frutas presentes, no-lo indicam, pois simbolizam a maturidade e, por sua forma esférica, a totalidade. Picasso, dizia: “pintar é libertar-se”. Partindo da fragmentação, criou união; no arremate dos seus processos, atingiu a síntese, tornando-se uma dimensão unificada e fundando um novo movimento, o Cubismo.
Do livro de Melinda Garcia- “Holomovimento: Espelho d’Alma ”.

A Transfiguração de Cristo

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Para comemorar o Ano Internacional da Luz -2015, e os 100 Anos de Teoria da Relatividade Geral. Obra Criada por Melinda Garcia

Cristo  foi elevado à Glória de Sua Luz, na passagem bíblica  da Transfiguração, no Monte das Oliveiras.  Muitos santos, artistas, cientistas, atletas,  e etc,  alcançaram esta experiência  transcendente e singular,  de iluminação. Mas note-se que  apenas o Cristo   foi visto e testemunhado por Pedro, Tiago e João, transfigurado em pura  luz, no exato momento de sua Iluminação e mais nenhum outro .

Daí tiramos duas conclusões:

Apenas a Luz do Cristo  foi vista e testemunhada pelos que o acompanhavam; o que confirma aquilo que Ele falou acerca  de si mesmo: Eu sou a Luz do mundo.

Para a Física Moderna -Deus realmente parece  não permitir singularidades nuas; isto é , todos os que se iluminam, se iluminam no oculto, sem ninguém ver, ou saber. Esta é uma experiência pessoal e intransferível. 

Texto do Livro: Universo de Massa Cinzenta. Autoria de Melinda Garcia/ MCMG- Arte na vanguarda da Ciência.